Por Renato Costa:
Nem sempre a gente sabe os porquês da vida.
São vários pontos de interrogação, tantas perguntas sem resposta: por que de tanta ansiedade? Por que tanta utopia? Por quê? Por quê? Por quê? Sabendo que logo ali tudo se evapora, deixa de existir, restando apenas nostalgia.
Uma dor profunda acende as mais doces amarguras. Existe doce amargura? Sim! Aquela que ninguém vê – só a gente sente – e finge que está tudo bem, no entanto, o fundo do poço está logo ali, pra quem está de além parece doce, porém quem está sentindo, é amargura, dá vontade de afoga-se e deixar de existir neste poço de ilusão.


