Por Renato Costa:
A farinha é o produto mais caro na mesa do Maranhense: 6, 7, 8 até 13 reais. Um absurdo em tempo que o governo prega o controle da inflação. A farinha chegou ao ápice do preço, bom para quem produz e ruim para o consumidor.
O produtor sempre reclamou das cotações, em tempo de vacas magras, o saco era comercializado de R$ 50,00 a R$ 70,00 reais. Preço baixo pelo esforço atribuído a fabricação.
Desde a plantação até o momento de fabricar a farinha requer uma batalha gigantesca, quem já percorreu uma “casa de forno” sabe o sacrifício e os gastos para se produzir um saco do produto.
A farinha é o produto mais caro na mesa do Maranhense: 6, 7, 8 até 13 reais. Um absurdo em tempo que o governo prega o controle da inflação. A farinha chegou ao ápice do preço, bom para quem produz e ruim para o consumidor.
O produtor sempre reclamou das cotações, em tempo de vacas magras, o saco era comercializado de R$ 50,00 a R$ 70,00 reais. Preço baixo pelo esforço atribuído a fabricação.
Desde a plantação até o momento de fabricar a farinha requer uma batalha gigantesca, quem já percorreu uma “casa de forno” sabe o sacrifício e os gastos para se produzir um saco do produto.