Companheiros e Companheiras, Irmãos de Governador Nunes Freire;
Enfrentamos uma batalha desigual onde o Trabalho enfrentou Grupos Organizados na tentativa de “tomar” a cidade Governador Nunes Freire. Perdemos; uma batalha, bom dizer. A honestidade é elogiada por todos, mas morre de frio nas calçadas dos mercenários.
Acho que conseguimos muito. Com o derrame de dinheiro da Agiotagem do Estado, perdemos por pouco. Quem vendeu seu voto achando que este não faria falta; pois bem: fez; porque os votos eram a única variável com que contávamos, já que a justiça institucionalizada acolhe sonolentamente os processos de falsificações e atentado à vontade democrática do povo deste município.
Lamento pelos que perderam o emprego, a esperança e a alegria. Lamento pelos que ganharam e que ainda não compreendem que também vão perder. Lamento pelo futuro da nossa cidade que se encaminhava para ser a mais brilhante do noroeste maranhense. Lamento pela juventude-verde que não soube discernir às cobras entre as folhagens. Lamento pelos que se venderam e adiante vão ter de pagar a conta, rateada agora entre suas mulheres e filhos.
Enfrentamos uma batalha desigual onde o Trabalho enfrentou Grupos Organizados na tentativa de “tomar” a cidade Governador Nunes Freire. Perdemos; uma batalha, bom dizer. A honestidade é elogiada por todos, mas morre de frio nas calçadas dos mercenários.
Acho que conseguimos muito. Com o derrame de dinheiro da Agiotagem do Estado, perdemos por pouco. Quem vendeu seu voto achando que este não faria falta; pois bem: fez; porque os votos eram a única variável com que contávamos, já que a justiça institucionalizada acolhe sonolentamente os processos de falsificações e atentado à vontade democrática do povo deste município.
Lamento pelos que perderam o emprego, a esperança e a alegria. Lamento pelos que ganharam e que ainda não compreendem que também vão perder. Lamento pelo futuro da nossa cidade que se encaminhava para ser a mais brilhante do noroeste maranhense. Lamento pela juventude-verde que não soube discernir às cobras entre as folhagens. Lamento pelos que se venderam e adiante vão ter de pagar a conta, rateada agora entre suas mulheres e filhos.


